Ela gostava de dias chuvosos. Ele adorava suas pernas. Ela se lembrava das luzes fracas e o primeiro toque, um leve ressoar pelo pescoço. Ele lembrava do escuro, e de beijos e de coxas. Ela sentia medo. Ele não queria solidão. Ela era um mar de palavras. Ele uma brisa de verão. Ela buscava encontros, ele paixão. Ela queria sorrisos, ele algo parecido com razão. Ela queria entender, ele por outro lado... só queria sentir. Mas não demais por favor, porque depois do fim da estação... quem sabe mais um ano ou dois, a gente não tem como imaginar quando vai se encontrar mais uma vez, não é?
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Perfeitamente normal
É que tudo lá fora parece estranho, é como se ninguém fosse realmente compreender. É como se outras palavras não fossem sair da minha boca. E o que eu quero dizer saísse da sua. É como encontrar algo para se conquistar passo a passo. Cada momento. Cada sensação. Sem toda essa pressa, essa correria que vive me perseguindo e me levando a crer que talvez eu é que não esteja acostumada, mas as coisas sejam assim. É como perceber que eu nunca coube nesse papel de coitada ao qual costumo interpretar. De burra, boba e ligeiramente imoral. É como se eu só precisasse ser eu sem parecer louca dessa vez. Sem achar que é querer demais alguém que tenha conversas sobre coisas que realmente valham a pena, não esse jogar papo fora pra não perder contato, ou esse sexo verbal enquanto não posso te ver. Palavras de verdade, palavras de alguém que se importe em não parecer ridículo. Mas se importe de não parecer esse ridículo que todo mundo insiste em taxar de ideal, um gato que te satisfaz. Não, eu não vim aqui pra isso. Eu vim pra dizer que por mais que tente me convencer que me encaixo nisso tudo que vocês juram chamar de amor, alguém sussurrou no meu ouvido que o que dizem não precisa ser verdade. E que eu posso fazer sentido sem nada disso.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Garotos
" Garotos gostam de iludir
Sorrisos, planos, promessas demais!
Eles escondem o que mais querem:
Que eu seja a outra entre outras iguais...
Sorrisos, planos, promessas demais!
Eles escondem o que mais querem:
Que eu seja a outra entre outras iguais...
São sempre os mesmos sonhos de quantidade e tamanho...
(...)
Talvez você seja melhor que os outros,
Talvez, quem sabe goste de mim...
Talvez você seja melhor que os outros,
Talvez, quem sabe goste de mim...
(...)
Garotos perdem tempo pensando
Em brinquedos e proteção,
Romance de estação,
Desejo sem paixão... "
Garotos perdem tempo pensando
Em brinquedos e proteção,
Romance de estação,
Desejo sem paixão... "
domingo, 14 de agosto de 2011
Só Meu
"Só o amor não concretizado é romântico..."
(Vicky Cristina Barcelona)
E pra que dizer? Faz que nem eu, faz! Só fica, que o silêncio é mais verdadeiro. Se não quer, não diz. Faz que nem eu, faz! Era bom não ter nada e só um verão pra aproveitar. Melhor que esse tudo e quase nada pra levar. Agora diz, pra que? Esse silêncio agora não é de paz, é de covardia. É do que eu não disse, mas que você nem admitiu querer, fingiu nem cogitar a hipótese. Era só dizer tchau. Era só não me pedir pra ficar, era só não me guardar pra te proteger do amor que ainda sente. Que eu sabia, que eu sei. Que eu nem ligava. E que você nunca me deixou esquecer. Quer dizer, melhor assim. Mas precisava disso tudo? Era só ter me deixado em casa. Depois do tchau.
É o trigo no campo, que parece balançar de novo, tão loiro quanto antes, tão velho quanto antes. Tão só que me deixa ir sem soprar no meu ouvido. Que não me vê ir embora, mas que ainda assim diz que correu pra me encontrar. Eu já conheço esse refrão, só meu. Eu já conheço esse refrão...
terça-feira, 5 de julho de 2011
A primeira letra do começo
Rabiscar seus olhos e colorir os pássaros lá de fora. Faz tanto tempo...
Acordes lidos e o som que não é tão literal. Parece até saudade...
Suas músicas, o seu sorriso, a minha boca e mais canções... Eu não me canso de imaginar.
Quantos dias faz que não te vejo? Eu já perdi a conta. Vai ver já nem sei mais contar...
Contar os cortes, os tropeços, o outubro passado... Vem de novo comigo?
Eu vejo tanta gente assim... Perdida, realista, como quiser chamar... Às vezes parecem pessoas sem nem saber do que lembrar! E é tão triste o olhar delas! E só o que me vem à mente são os olhos, de água, de águia, de falcão. De abraço, de carinho, de solidão. De meus, de seus, de querer de volta. Vem pra mim? E canta, que seu abraço ainda me vem... Traz de novo o aperto forte, mas não me espera pra soltar! Viaja comigo, imagina que a gente ainda pode voar!
sábado, 12 de março de 2011
E vem como o mar...
O cabelo sujo, mas era só água... água dos seus olhos a me escorrer.
Água que nem vi passar. Mas que carregou barco em correnteza.
Olhos de ressaca... os meus, os seus... os olhos... que olhos?
Pés descalços, minha nudez quase sua.
Sombras bastardas, e quem liga pra elas?
Passos leves, o peso de seu corpo ao lado meu.
- Eu... que bom te encontrar.
- Espera, não fala. Antes eu preciso...
Curvas ao som do mar. Uma corrida, um mergulho, um sorriso. E você vem, lavar a alma. Sem bordões, motivos ou pretextos. Levar o grunhido soluçante de boates. O cheiro forte de pessoas à procura de um disfarce. As perguntas de vitrola, sempre as mesmas ao som de hits. Piscar de luzes e escuridão de almas. Pouca importância... Afinal, quem quer saber aonde moro? Foda-se a minha universidade ou o que vou fazer no carnaval. E a cor? E a televisão de madrugada? E a canção que não sai da cabeça? Vem me consolar, vem de novo pra eu saber do seu dia, vem que todo papo parece fútil e nada especial.
Vem que a praia de manhã não foi feita pra uma pessoa só...
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
And I don't need...
eu não preciso de sua confusão densa e imprecisa. ou de sua fala insegura e seu jeito leve demais. não preciso de suas dores ou de seus passos na frente dos meus. seus pensamentos muito mais rápidos e contrastantes com o que eu realmente quis dizer. não preciso daquelas palavras que li nem das que sei que já pronunciou. E não, não preciso de outras lágrimas. Não quero as dela. Ou as suas, ou as de ninguém. Já me bastam as minhas que sufocando um dia chegaram a me inundar...
Em minha mente, músicas insistentes no silêncio a espera de seus dedos. Já os meus, ah! Meus dedos brandem ágeis procurando esconder o tremular que só de pensar me vem. Também meu peito vibra, e pede o abraço a me cobrir e transbordar. Uma, duas, quantas vezes quiser... E o pescoço oblíquo espera o toque embaraçado que de doce a bravio nem um segundo separa. Mas que não mais do que isso também duram. E você foge, eu fico. Mas me leva também. E na dúvida me encaro tão lá quanto em qualquer outro lugar. E fecho os olhos buscando algo que me prenda às margens desenhadas. Para logo já não saber quando foi que o gravite deixou os sonhos despertar.
... another kind of green to know: I'm on the right side with YOU. ♪
terça-feira, 2 de novembro de 2010
E agora?
E agora sua voz a assobiar pelos fins de tarde ou mesmo em alguns sonhos pela manhã. E agora a lembrança vaga do desespero seco e a certeza amarga da hesitação, da falta de credibilidade, das minhas dúvidas...
E agora dois meses e as suas letras prestidigitosas, sorrateiramente, invadem mais uma vez meus minutos e as horas entre eles.
E agora tudo que eu não quero mais acreditar e tudo que não me foi explicado. E agora meus olhos vagueantes e a vontade bravia de entender tudo o que você não quis dizer. E agora meus sorrisos que forço pra conter e o escárnio da não-necessidade.
E agora vai e some. E me deixa com o abandono a me acompanhar. Deixando-me enfim sussurrar velhas canções em outros ouvidos e esquecer que um dia elas só me fizeram lembrar de você.
E agora dois meses e as suas letras prestidigitosas, sorrateiramente, invadem mais uma vez meus minutos e as horas entre eles.
E agora tudo que eu não quero mais acreditar e tudo que não me foi explicado. E agora meus olhos vagueantes e a vontade bravia de entender tudo o que você não quis dizer. E agora meus sorrisos que forço pra conter e o escárnio da não-necessidade.
E agora vai e some. E me deixa com o abandono a me acompanhar. Deixando-me enfim sussurrar velhas canções em outros ouvidos e esquecer que um dia elas só me fizeram lembrar de você.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Um Corredor Qualquer
E mesmo agora quando me lembro, não sei o que pensar. Você me esperando chegar até você. E eu não querendo admitir caminhar mais uma vez em sua direção. Meus passos lentos arrastavam-se pelo chão, mas levavam tão rápido o tempo que nem ao menos pisquei e estava lá. E os seus olhos tão perto, e tudo em você que eu já não queria mais lembrar. E sua boca, e suas mãos e seus movimentos. Tudo tão... E de repente você só me olhou, e só me fez te olhar. Nenhuma pergunta, nada a responder. Só você e eu. E as nossas respirações rudes a competir com exasperação.
Às vezes foram só as cores de um passado soprado há tempos, vendavandeando a nossa volta. Às vezes foram só as suas memórias frescas a me aquecer. Às vezes foi tudo o que a gente quis e nem se deu o trabalho de tentar...
Às vezes a gente só deveria continuar dormindo e se esquecer de piscar no segundo seguinte, quando tudo parece passar.
Às vezes foram só as cores de um passado soprado há tempos, vendavandeando a nossa volta. Às vezes foram só as suas memórias frescas a me aquecer. Às vezes foi tudo o que a gente quis e nem se deu o trabalho de tentar...
Às vezes a gente só deveria continuar dormindo e se esquecer de piscar no segundo seguinte, quando tudo parece passar.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
" You know that I can use somebody "
someone like you and all you know, and how you speak.
Mentira, a quem quero enganar? Eu não quero ninguém pra ocupar seu espaço. Nem você. Eu só quero meus risos que nem sei quando te dei e o meu velho amor que nem vejo mais ao cruzar os mesmos corredores. É só a antiga rotina, não essa bagunça que revirou meu quarto e carregou minha alma pra tão longe que nem sei... Eram só as mesmas páginas e a minha imaginação.
E não paro de me repetir o que sempre soube: não seria você. Mas a falta dos amigos de sempre e das pipocas à tarde, a falta de deixar alguém entrar e me distrair, mesmo que por algumas horas, faz meu coração que nem é seu levantar de vez em quando se te vê.
Eu só queria uns dias na praia e aquela companhia que nunca vai me lembrar de você ou de qualquer outro.
domingo, 16 de maio de 2010
Ai, que vontande de escrever...
JJ. diz:
*ai que vontade de escrever :/
H. diz:
*escreve amor
*vai no blog
*e detona
*põe pra fora
*xD
JJ. diz:
*mas não sei o que escrever :~
*AHHIOAEHIOEAHOEHIOOAE
H. diz:
*o0
*lol
JJ. diz:
*só vontade ._.
H. diz:
*aFDJAEjfaeoihfaef
JJ. diz:
*vontade que vem e não passa ._.
*que vai crescendo, devagarinho, e se escondendo nos espacinhos do meu dia...
*no café da manhã e o passarinho que cantou lá fora
*e eu que nem vi voar...
JJ. diz:
*e na roupa que vesti antes de ir pra aula, e o pingo de tinta que misturou-se a ela e que nem notei ._.
H. diz:
*ahh
*continua
*._.
*eu tava aki esperando
*a próxima frase
*=(
JJ. diz:
*eu estava abrindo o word, mas mas mas...
H. diz:
*por favor?
JJ. diz:
*aaah... :S
H. diz:
* vai vai vaaai?
JJ. diz:
*'tá bem...
*então, onde eu tinha parado mesmo?
JJ. diz:
*aaah sim, e na manhã, nas pessoas andando apressadas pela rua, algumas até correndo....
JJ. diz:
*sei lá pra onde, às vezes é só atraso... quem sabe atrás de um beijo que esqueceram no vizinho ou da chave que ficou pra fora da fechadura.
*às vezes estão só seguindo o mesmo caminho de sempre, puro hábito, rotina que vai servindo de caminho, e vai levando, e levando... E me trazendo aquela vontande...
*aquela que vou escondendo pelos vãos e frestas que me perseguem e que é a mesma que vejo atrás do sorriso do carteiro;
*e aquelas que vem saltitantes pelas pedrinhas da rua,
*e que me cantam aos ouvidos,
*as notas leves e frias da manhã.
---
post nada bom, mas ainda sim pro meu heath, por ele que sempre me fazer lembrar o quão doce a vida pode ser, e por me amar assim, só por eu ser, como devo ser.
*ai que vontade de escrever :/
H. diz:
*escreve amor
*vai no blog
*e detona
*põe pra fora
*xD
JJ. diz:
*mas não sei o que escrever :~
*AHHIOAEHIOEAHOEHIOOAE
H. diz:
*o0
*lol
JJ. diz:
*só vontade ._.
H. diz:
*aFDJAEjfaeoihfaef
JJ. diz:
*vontade que vem e não passa ._.
*que vai crescendo, devagarinho, e se escondendo nos espacinhos do meu dia...
*no café da manhã e o passarinho que cantou lá fora
*e eu que nem vi voar...
JJ. diz:
*e na roupa que vesti antes de ir pra aula, e o pingo de tinta que misturou-se a ela e que nem notei ._.
H. diz:
*ahh
*continua
*._.
*eu tava aki esperando
*a próxima frase
*=(
JJ. diz:
*eu estava abrindo o word, mas mas mas...
H. diz:
*por favor?
JJ. diz:
*aaah... :S
H. diz:
* vai vai vaaai?
JJ. diz:
*'tá bem...
*então, onde eu tinha parado mesmo?
JJ. diz:
*aaah sim, e na manhã, nas pessoas andando apressadas pela rua, algumas até correndo....
JJ. diz:
*sei lá pra onde, às vezes é só atraso... quem sabe atrás de um beijo que esqueceram no vizinho ou da chave que ficou pra fora da fechadura.
*às vezes estão só seguindo o mesmo caminho de sempre, puro hábito, rotina que vai servindo de caminho, e vai levando, e levando... E me trazendo aquela vontande...
*aquela que vou escondendo pelos vãos e frestas que me perseguem e que é a mesma que vejo atrás do sorriso do carteiro;
*e aquelas que vem saltitantes pelas pedrinhas da rua,
*e que me cantam aos ouvidos,
*as notas leves e frias da manhã.
Aquela que me aparece nas árvores, bem encima dos galhos, aquela mesma que me faz abaixar ao passar pelas folhas cá embaixo, mas que nem ficam tão embaixo assim.
E meus pés agora tão próximos do destino! Entro sem nem perceber, e o ‘bom dia’ que não recebi vai ficando pra trás... Junto com a vontade de esconder as letras que vão brotando ali, pela grama, que vão se escorrendo nas paredes, rolando escada abaixo. E ali, pelo chão, pelos olhos, pelas mesas...
Sem demora já vejo vontade por todo lado! Pelas salas, calças e camisas. Pelos corredores, casacos e sapatos. E meus tênis vão subindo, subindo... E sozinhos querem alcançar o telhado, subir no terraço, misturar-se as nuvens....
Lá em cima venta, e com força meus cabelos batem. Formigam-se por responder o soluçar das brumas, que continuam a espalhar seus finos traços banhados a saudosismo e vontade. Vontade essa que chora e grita, esperneia e berra, que corre a me abraçar.
Que me toma e me cega, me leva pra longe; me amarra, me prende, me tira os sentidos. E tão feroz como vem, passa. Deixa-me só, corre o coelho à sua toca. Meu tempo se vai, meu desejo se põe. Enquanto o triste sol de inverno, lá em cima, sorri e me toca, feliz com a brecha nas nuvens.
post nada bom, mas ainda sim pro meu heath, por ele que sempre me fazer lembrar o quão doce a vida pode ser, e por me amar assim, só por eu ser, como devo ser.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
pra me lembrar de não esquecer
Estou claramente com sinais transbordantes de loucura. Uma loucura nunca branda, nem passageira. E em você estou me afogando, em seu cheiro que me ameaça a cada segundo, me sufoca.
Seus passos lentos e calmos me abandonam a toda hora e a minha falta de lucidez é de toda sua.
Devaneio em princípio de sono com o momento em que premiada com a descoberta do porquê não vem falar comigo é feita.
Sua falta de postura me tira tudo de sensato. E leva consigo ao infinito meu próprio eu, disfarsado de você. Enquanto fugir de tuda culpa escancaradamente sua não vai te corroer como ácido do modo ardente que desejo, pois não sabe, pois não diz e o que sono me toma a realidade de mais uma noite sozinha...
---
" Vivo da vontade insana de um dia em seus sonhos me encontrar. "
---
Tema: "A mim ensinou-me tudo"
Mas não me ensinou a viver,
A vida trouxe-me a experiência,
Mas não me constou como agir no segundo próximo.
Ensinaram-me como agir, como falar, como jogar...
Não me podem obrigar a assim fazer.
Recitei frases, fiz textos, li poemas,
Mas o que escrevo não vem só de mim, vem de todos e de nenhum.
Minhas páginas em branco argumentam por mim.
Minhas páginas escritas são argumentadas por outros.
---
Junta tudo com bastante saudosismo e você quase pode entender tudo que passou, ou que não passou... Mas enfim, saudades do primeiro ano. :')
Seus passos lentos e calmos me abandonam a toda hora e a minha falta de lucidez é de toda sua.
Devaneio em princípio de sono com o momento em que premiada com a descoberta do porquê não vem falar comigo é feita.
Sua falta de postura me tira tudo de sensato. E leva consigo ao infinito meu próprio eu, disfarsado de você. Enquanto fugir de tuda culpa escancaradamente sua não vai te corroer como ácido do modo ardente que desejo, pois não sabe, pois não diz e o que sono me toma a realidade de mais uma noite sozinha...
---
" Vivo da vontade insana de um dia em seus sonhos me encontrar. "
J.J. 17.05.09
---
Tema: "A mim ensinou-me tudo"
Mas não me ensinou a viver,
A vida trouxe-me a experiência,
Mas não me constou como agir no segundo próximo.
Ensinaram-me como agir, como falar, como jogar...
Não me podem obrigar a assim fazer.
Recitei frases, fiz textos, li poemas,
Mas o que escrevo não vem só de mim, vem de todos e de nenhum.
Minhas páginas em branco argumentam por mim.
Minhas páginas escritas são argumentadas por outros.
J.J. 18.03.09
---
Junta tudo com bastante saudosismo e você quase pode entender tudo que passou, ou que não passou... Mas enfim, saudades do primeiro ano. :')
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